Batendo pézinho

Aí compra-se uma briga e quem não tem muito/nada a ver com isso, claro, não toma partido (embora nem todos pensem assim – mas são raríssimos) e faz o que é melhor pra si.

E então prefere-se o isolamento pois ele é (ou deveria ser) a coisa certa, ainda que implique na abdicação de algumas facilidades.

E aí fica-se sem a diversão, mas com a convicção. Só que esta serve realmente pra alguma coisa?

Por fim, torcemos e vibremos com eventuais conquistas alheias, pois.

O dia da pátria é em setembro… mas seria o 20 ao invés do 7?

Chega setembro e, no Brasil, relembramos o Dia da Pátria. Curiosamente, aqui no Estado do Rio Grande do Sul, as pessoas comemoram não a passagem do dia Sete de Setembro (data que marca a independência brasileira de Portugal), mas sim o vigésimo dia do mês – o dia que marca o início da chamada Revolução Farroupilha.

Os sul-rio-grandenses adoram dizer que não são brasileiros, e sim gaúchos ou, no máximo, sulistas. Tem internalizado o sentimento de viverem, de fato, em uma pátria à parte da brasileira. Tomam uma bebida amarga que ninguém engole, usam roupas de gosto tão duvidoso quanto às típicas dos nortistas e nordestinos, se dizem cultos e politizados mas adoram menosprezar as culturas alheias (como por exemplo os citados colegas de vestes “alternativas”) e, ainda que façam um monte de coisas boas, sempre são, ao menos num plano nacional, irrelevados. Levam um baile de São Paulo e Rio de Janeiro.

A marca maior do absurdo é esta, mesmo: o Rio Grande do Sul faz parte do Brasil e não comemora a grande data nacional tupiniquim; prefere lembrar do começo de uma guerra que perdeu. Para a nação que tanto despreza.

Eu sinceramente não consigo entender essa tal pátria de bombacha.

(O tema merecia no mínimo um ensaio, mas eu mal ando com tempo/ovo para escrever 30 linhas aqui, então fico só no semeio da discórdia. HI HI HI)

AGORA VAI!

Agora vai!

Agora, o Rubens Barrichello vai ser campeão mundial de Formula 1.

Agora, o Internacional vai conseguir seu quarto título de campeão brasileiro.

Agora, a Vade Retro faz uma turnê mundial tendo o Metallica como banda de abertura.

Agora, acordar de manhã torna-se um prazer devido à grande produtividade do período, enquanto ficar de olhos abertos à noite é uma tormenta.

Agora, vou tomar coragem e passar a fazer mais posts como esse, em estado ébrio avançado, falando bobagens das quais provavelmente me arrependerei mais tarde.

Depois do que aconteceu, agora vai. É agora ou nunca.

(Editei pra ficar mais bunitim, mas o conteúdo está intocado. Viva os ébrios!)

Silvio Santos meia-noite

No momento em que escrevo, meu relógio marca 0h23min. Em torno de meia hora atrás (lá por 23h50min, portanto), começava no SBT o filme “A Senha”, atração da semana numa sessão chamada… “Oito e Meia no Cinema”.

Bom, o fato não é tão surpreendente assim. A velha “Sessão das Dez” passava na madrugada de domingo para segunda lá pelas duas horas. O também extinto “Jô Soares Onze e Meia” era mais um exemplo de falta de pontualidade, costumando entrar no ar em torno de uma da manhã.

Grande Sílvio Santos. Aposto que ele também é adepto da filosofia de “quanto mais na madrugada, melhor”.

just say (dormir de) manhã

Meu ócio convicto e imutável me trouxe alguns costumes. Entre eles, nunca, jamais, acordar antes do meio-dia, exceto por algo muito extraordinário. Pois hoje tive que acordar de manhã, e a conclusão foi a mesma de sempre. Não dá.

De manhã, tudo está nebuloso, cansado, até de ressaca. Não dá pra entender como o mundo resolve ficar acordado de manhã quando existe um período tão maravilhoso-perfeito-sublime-ultra-uhul! como a noite. Parece que já inventaram um negócio chamado energia elétrica, então, as plantas que fiquem com esse tal sol. A improdutividade da manhã dá inveja a qualquer fazenda candidata a ser invadida pelo MST. Não sei quem inventou que ela não foi feita pra dormir.

Ainda que eu esteja certo, as pessoas teimam comigo. Conseguindo emprego um dia (sonha que a Pepsi paga), muito provavelmente terei que usar a fertilíssima noite pra dormir, e a sonífera manhã pra trabalhar. Por outro lado, nem devo me preocupar. Se algum empregador ler isso aqui, vai ter a convicção de que sou um vagabundo e aí sim eu morro na sarjeta. Socorro.

Uh, Fabiano! 12 anos do Gre-Nal dos 5×2

Nesse mesmo dia, doze anos atrás, os simpatizantes do Sport Club Internacional não haviam vencido a Libertadores, o Mundial, a Sul-Americana, a Recopa, a Dubai ou mesmo a Suruga. Mas comemoraram na mesma proporção que fariam mais tarde pelos títulos citados, quando Fabiano (cujo nome também é acompanhado por palavras como “Uh!”, “Souza” ou “Cachaça”) destruiu o clube que menos venceu grenais na história. Um 5×2 inapelável, fora o baile. Até onde se sabe, Fabiano só não fez chover naquele dia.

Achei a lembrança no site do Globo Esporte.

Eu poderia falar mais coisas aqui, mas essa crônica do Daniel Ricci de Araújo resume bem o fenômeno Fabiano. Ah: e o técnico do Inter, como pode ser visto no vídeo, era o Celso Roth. É…

Alô você, chegando!

Pois é, registrei essa coisa aqui faz duas semanas e não escrevi nada. Tive algumas atividades e, como sou bem vagabundo, deixei o blógue empoeirar. Mas vamos lá tentar animar o pagode de novo.

Como disse, sou vagabundo. Não trabalho, embora eu diga por aí que tenho como ocupações ser “estudante”, “monitor”, “músico”… dessa vez, vou tentar um estágio. Através da Unisc, na Assessoria de Comunicação Social do Hospital Santa Cruz. Eu já mandei currículos pra oportunidades da Unisc umas 207 vezes, mas nunca fui aproveitado. Acho que sempre esbarrei no RH da universidade. E depois de escrever isso, alguém de lá pode ler, achar ruim e aí sim não me contratar de jeito nenhum. Mas não tem problema. Vou tentar de novo. Agora vai.

Eu ia escrever isso inicialmente no blog do pessoal da agência experimental de jornalismo, mas não o fiz. É. Pelo jeito, além de vagabundo, sou bundão.

Alô você

É, pois é, eu não sei se é uma boa ter um blog. Ainda mais com esse endereço infame. Eu já estava faz tempo empurrando a ideia, mas o fim-de-semana chuvoso e as férias prolongadas da faculdade testaram minha paciência.

Tá, chega, agora o blógue tá aí. Para o bem ou para o mal, vamos ver o que sai por aqui. Oh yeah!